Trabalho com interfaces conversacionais há mais de 23 anos - desde a primeira modelo virtual com IA do mundo, passando pelo Robô Ed da Petrobras, até os agentes de IA generativa de hoje. Este é um espaço pessoal para registrar o que aprendi pelo caminho.
Fora do trabalho, gosto de juntar gente para falar de bots, IA e outras tecnologias. Ajudei a organizar meetups e palestrei em algumas das principais conferências brasileiras do tema - porque essa indústria evolui através das pessoas que estão nela.

Meetup que organizei com a comunidade Chatbots Brasil sobre o papel das mulheres em interfaces conversacionais. Falei sobre "10 boas práticas na construção de conteúdo e personalidade para chatbots", ao lado da Barbara Barbosa (Creditas) e um debate em formato fishbowl. A capa do encontro foi uma homenagem a Laurie Spiegel, pioneira da música eletrônica.

Participei do painel "Oportunidades e Desafios: como o Brasil está conversando?" na primeira e mais importante conferência da comunidade Chatbots Brasil, na Telefónica em São Paulo, ao lado de Caio Calado, Pietro Bujaldon e Ricardo Grobel.

Apresentei o painel "Design Conversacional" no segundo encontro da Roda de Conversa do grupo ChatBot Labs, na Escola Nacional de Administração Pública - integrando equipes de governo que trabalham com interfaces conversacionais.

Convidada do segundo episódio da série "Conversas com pessoas que são experientes nas suas áreas" da comunidade Bots Brasil no Medium, contando como entrei no mundo dos chatbots e como é o dia a dia de quem desenha conversas.
Comecei a desenhar diálogos para máquinas em 2002, quando "chatbots" ainda eram pouco conhecidos.
Sou formada em marketing e comunicação social pela ESPM. Trabalhei 14 anos na InSite cuidando da plataforma InBot e do InSearch, e foi ali que entrei nesse mundo: fui contratada para desenvolver o conteúdo e a estratégia da Sete Zoom, assistente virtual da Close-up (Unilever) - uma personagem que conversava com os visitantes do site e virou o primeiro case grande da minha carreira. A Sete foi a primeira modelo virtual com IA a representar uma marca no mundo, levou o 5º Prêmio de Mídia do Estadão e foi finalista em Cannes em 2002.
Depois vieram outros bots que viraram referência. O Robô Ed, do Conpet/Petrobras, com 40 mil assuntos e mais de 250 milhões de frases trocadas desde 2003. E também a Sara (Santander), o Kerokolo (TIM) e a Nat (Natura). E e projetos nas áreas de energia, financeira, telecom, entretenimento e vendas.
Hoje atuo principalmente em usabilidade e experiência em sistemas com IA voltados para pessoas e empresas. Leio artigos acadêmicos, notícias e publicações sobre o assunto todos os dias - trabalhar com IA, agentes e bots é a minha paixão.
- Camila Canonici
O personagem educacional da Petrobras/Conpet. 40 mil assuntos e mais de 250 milhões de frases conversadas com o público brasileiro sobre energia e meio ambiente.
02O primeiro case grande da minha carreira. A primeira modelo virtual com IA a representar uma marca no mundo - Prêmio de Mídia do Estadão e finalista em Cannes em 2002.
Cannes 2002 03Como Senior UX Designer, ajudei a construir o guia de boas práticas e diretrizes de experiência dos assistentes virtuais do banco.
04Projetos de chatbots nas áreas financeira, telecomunicações, entretenimento e vendas - conteúdo, estratégia e personalidade.
05Coordenação dos redatores e curadoria do chatbot educacional usado em milhares de escolas brasileiras.
06Atuo em projetos de IA conversacional e agentes de IA generativa para transformação digital de grandes empresas.